Aoki | Blog

O consultório do Dr. Aoki está agora numa região mais central,
próximo à Av. Paulista, na altura da rua Peixoto Gomide.

Rua Rua Barata Ribeiro, 380 - CJ. 102/106 - Bela Vista
CEP 01308-000 - São Paulo - SP - Brasil
Tel.: +55 (11) 3256-9633 / 3258-7836

Para dar início à editoria Professor também foi “bixo”, convidamos o prof. Dr. Tsutomu Aoki, diretor do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia (DOGI) e presidente da Comissão de Ética da Irmandade, para contar os caminhos que o levaram à medicina e à vida acadêmica.

Nascido em Lins, interior de São Paulo, Dr. Aoki decidiu ser médico após ler o livro “A Cidadela”, de A. J. Cronin. “Eu me interessei por medicina ao ler esse livro que conta a vida de um médico que atende a comunidade, com forte cunho social”, conta.

Apaixonado pela Irmandade – local no qual vem dedicando grande parte de sua vida profissional – e a Faculdade – onde ministra aulas há 35 anos –, ele se vê como parte viva da construção da história da Santa Casa. Outra grande paixão em sua vida é o esporte. São-paulino roxo, o ex-aluno da 5ª turma de Medicina da Faculdade foi membro da equipe de beisebol pentacampeã do Intermed, além de ter sido chefe da Delegação Brasileira de Beisebol.

Quando indagado sobre os momentos marcantes em sua vida, Dr. Aoki destaca sua formatura e o título de Irmão Remido recebido pela Irmandade. “Em minha formatura conseguia apenas ver meus pais no auditório”, relembra. Emocionado, ele conta ainda que trabalhou à noite durante dez anos para pode pagar seus estudos e que, embora não tivesse ajuda financeira, sua família sempre o motivou com muito amor a não desistir de seus sonhos.

Medicina para mim é…

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As estrias na gravidez

As estrias que persistem em grande número de gestantes após o parto costumam trazer desconforto emocional. E é elevado o percentual de mulheres jovens afetadas por essa frequente ocorrência resultante da gravidez, refere pesquisa publicada nos Anais Brasileiros de Dermatologia.

O professor Marcos Maia e colaboradores (Sarita B. Rodrigues, Carolina R. Marçon e Tsutomu Aoki), da Santa Casa de São Paulo,

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Tempo para diagnóstico da endometriose, que leva em média oito anos, pode causar infertilidade

HUMBERTO MAIA JUNIOR, humberto.maia@grupoestado.com.br

A endometriose é uma doença que atinge entre 10% e 15% das mulheres, pode provocar dores terríveis e comprometer um dos sonhos femininos - a maternidade. Mas a maioria delas ignora a enfermidade a ponto de passar em média oito anos convivendo com ela sem saber disso. Quando decidem procurar um médico especialista, com idade média de 32 anos, pode ser tarde demais.

De cada cinco mulheres com dificuldade para engravidar, duas têm endometriose, caracterizada pela presença de células do endométrio (tecido que reveste o útero) em outros locais da pelve, fora da cavidade uterina, como trompas, ovários, bexiga ou intestino.

Na época da menstruação, o problema se agrava porque, “fora do lugar”, os focos da doença sofrem influência das variações hormonais e sangram nesse período como se estivessem dentro do útero. Como o sangue não tem para onde ir, a doença causa dor e, em alguns casos, infertilidade.

“É uma doença subdiagnosticada”, diz Tsutomu Aoki, diretor do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. “Antes do diagnóstico, algumas mulheres passam por pelo menos cinco médicos, que fazem outros diagnósticos (incorretos).”

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Educasus
Confira abaixo a transcrição do evento realizado com o Dr. Aoki no dia 06/07/09:

  1. O Prof. Dr. Tsutomu Aoki iniciou a videoconferência dizendo que iria falar mais sobre a parte de fertilidade e mioma, lembrando que nem sempre isso ocorre na prática, podendo causar algum malefício às pacientes;
  2. Dr. Aoki começou apresentando o caso clínico: paciente MZ, 33 anos, casada, católica, branca, secretária, nível superior em administração e natural de São Paulo. Queixa: Ciclos menstruais hipermenorrágicos, dores no baixo ventre e desejo de engravidar há três anos. História pregressa: paciente relata que está casada há seis anos, nunca usou qualquer método contraceptivo e refere dois abortamentos (o primeiro, há cinco anos, com oito semanas de gestação, e o outro, há quatro anos, com doze semanas de gestação). Ambas as gestações foram confirmadas com exames plasmáticos do beta-HCG quantitativo e exames de ultrassonografia com BCF (batimento cardio-fetal) presentes na ocasião, que terminou com sangramento intenso e curetagem uterina. Evitou por um ano com métodos naturais. Há três anos deseja engravidar,

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A dor pélvica crônica (DPC) é definida como dor pélvica não-cíclica, com duração de pelo menos seis meses e severa o suficiente para causar limitação ou requerer tratamento médico, segundo American College of Obstetricians and Gynecologysts ou como dor do abdome ou na pelve, de caráter contínuo ou intermitente, com duração superior a 6 meses, segundo Sociedade Internacional de Dor Pélvica (IPPS).

A DPC é caracterizada como síndrome, devido aos vários sintomas que acompanham esta doença. Afecções psicoemocionais, urológicas, gastrintestinais, neurológicas, ortopédicas-musculoesqueléticas e ginecológicas podem coexistir.

EducasusAs diversas formas diagnósticas e tratamentos da DPC, bem como outros temas de interesse comum poderão ser visualizados no site www.educasus.org.br que a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa disponibiliza a todos.

Confira abaixo a transcrição

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Pergunta do internauta:
Tenho 22 anos de idade. Menstruei pela primeira vez aos treze anos e desde então minha vida tem sido muito difícil, principalmente porque minhas dores tipo cólica vem aumentando gradativamente. Minha maior preocupação é em relação à possibilidade de ser portadora de endometriose e ter dificuldade de engravidar, que é o meu maior sonho. O Sr. poderia me dar alguma explicação sobre a endometriose e infertilidade?

Em relação à pergunta: quem tem endometriose é infértil? diria que não, e que depende de vários fatores. Antes farei algumas considerações sobre a endometriose.

A endometriose é a presença de uma estrutura semelhante ao endométrio (camada interna do útero) localizada fora de seu local habitual e que responde às ações hormonais do ciclo da mulher, apresentando mensalmente verdadeiras  “micromenstruações”, podendo formar

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Pergunta do internauta:
Tenho 32 anos, casada há 5 anos. Sempre tive menstruações com dores tipo cólica e com coágulos pequenos. Tive dois abortamentos espontâneos, não sendo necessário realizar curetagem uterina. Todos os exames que fiz foram normais, menos a ultra-sonografia pélvica endovaginal  que mostrou dois nódulos sugestivos de mioma uterino, um deles com 2,0 cm no maior diâmetro, provocando deformidade do endométrio (cavidade uterina) e o outro intra-mural, com 1,2 cm. Os exames do meu marido estão dentro da normalidade. O meu médico orientou-me a ser submetida a cirurgia e em outra opinião, outro médico contra-indicou a cirurgia, pois eu já engravidei espontaneamente. O que devo fazer?

Além dos exames de rotina, para afastar anemias, infecções, etc, o ideal seria ser submetida a exames complementares com o objetivo de localizar os miomas uterinos.

A ultra-sonografia pélvica endovaginal é um ótimo exame para orientar-nos em relação à localização dos nódulos de mioma uterino, que podem ser complementados com outros exames.

A Histerossalpingrafia, é um exame de raio-X, onde utiliza-se

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Pergunta do internauta:
Tenho 40 anos, casada há dois anos, penso em engravidar e tenho uma dúvida em relação à parte genética. Como poderei saber das condições dos embriões a serem transferidos para o interior do meu útero?

As condições dos pré-embriões poderão ser avaliadas antes de sua transferência para o interior do útero, através do diagnóstico genético pré-implantacional, o PGD.

Como é realizado o exame?

No processo de Fertilização in vitro, a mulher é submetida à indução ovulatória com

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Pesquisa realizada na Finlândia mostra a importância de cuidar do corpo desde a adolescência. Segundo o estudo, adolescentes acima ou abaixo do peso tiveram menos filhos quando chegaram à idade adulta. O excesso de gordura pode causar alteração na produção de hormônio.

Os cuidados com o corpo para evitar problemas de fertilidade devem começar cedo, ainda na adolescência. Um estudo feito por cientistas europeus e publicado no periódico Epidemiology

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Pergunta do internauta:
Minha mulher tem 35 anos, fez ligadura de trompas no primeiro casamento, mas gostaria de ter um filho. Existe alguma técnica para que ela possa engravidar mesmo tendo feito a cirurgia definitiva?

Para a mulher que foi submetida a ligadura (laqueadura) tubária, a microcirurgia para reversão das trompas dará chances maiores que uma tentativa de FIV com ICSI, a depender de sua faixa etária, do local onde a sua tuba foi “laqueada”, do tempo de cirurgia, do comprimento das mesmas.

A chance por ciclo pela técnica de FIV com ICSI é em torno de 30 a 35%, enquanto que,  observando as

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